Profª Dra. Mariluce Paes de Souza
Coordenadora · DHJUS / UNIR / CNPq / EMERON  ·  Porto Velho — Rondônia
Dados: IBGE Censo 2022 / PNAD Contínua 2023 / SNIS 2020
Filtros
Domiciliar Saneamento Alimentar Energia
População — Jaci-Paraná (2022)
11.672
Distrito · Censo IBGE 2022
População — Porto Velho (2022)
460.413
Município · Censo IBGE 2022
População — Rondônia (2022)
1.581.016
Estado · Censo IBGE 2022
Rede de água — Porto Velho
36,5%
Atendimento por rede geral (Inst. Água e Saneamento)
Esgoto tratado — Porto Velho
19,7%
Do volume coletado (Inst. Água e Saneamento)
Esgoto tratado — Rondônia
8,5%
SNIS 2020 / Instituto Trata Brasil
Inseg. alimentar mod./grave — RO
5,1%
Menor da Região Norte · PNAD 2023
Inseg. alimentar — Região Norte
39,7%
Algum grau de insegurança · PNAD 2023
Segurança alimentar — comparativo regional (PNAD 2023)
Seg. plena Inseg. mod./grave
Fonte: PNAD Contínua 2023, IBGE
Acesso a saneamento — RO vs. Brasil
Rede de água — Brasil
85,5%
Rede de água — Norte
60%
Esgoto urbano — Brasil
78%
Esgoto urbano — RO
27,3%
Esgoto tratado — RO
8,5%
Energia elétrica — Brasil
99,8%
Fonte: IBGE Censo 2022; SNIS 2020; Instituto Trata Brasil
Comparativo por localidade — mesmos indicadores, três escalas territoriais
Indicador Jaci-Paraná Porto Velho Rondônia Fonte
População (Censo 2022) 11.672 460.413 1.581.016 IBGE 2022
Domicílios ocupados 3.927 203.206 A verificar IBGE 2022
Acesso à rede de água Contaminada 36,5% 30,7% IBAMA/Inst. Água
Esgoto coletado A coletar em campo 24,1% <30% Inst. Água / IBGE
Esgoto tratado A coletar em campo 19,7% 8,5% SNIS / Trata Brasil
Inseg. alimentar mod./grave A coletar em campo A coletar em campo 5,1% PNAD 2023
Inseg. alimentar algum grau A coletar em campo A coletar em campo A coletar em campo EBIA — campo
Energia elétrica — acesso A coletar em campo ~99% 99,8% IBGE 2022
Ranking saneamento nacional — 99ª / 100 — Trata Brasil 2022
Fontes: IBGE Censo 2022; PNAD Contínua 2023; Instituto Água e Saneamento; SNIS 2020; Instituto Trata Brasil 2022; IBAMA 2014. Células "A coletar em campo" indicam dados primários a serem obtidos pela pesquisa de campo do projeto DHJUS — Fase 3 (Jul–Dez/2026).
!
Insegurança alimentar nacional: 27,6% dos domicílios brasileiros apresentaram algum grau de insegurança alimentar (PNAD Contínua 2023, IBGE). Na Amazônia Legal, a insegurança moderada e grave permanece significativa — com impacto direto em Jaci-Paraná (Rede PENSSAN/VIGISAN, 2022–2023).
!
Saneamento crítico: Porto Velho ocupa a 99ª posição entre 100 cidades no Ranking Nacional de Saneamento Básico (Instituto Trata Brasil, 2022) — segunda pior do país.
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Contaminação hídrica documentada: IBAMA (2014) identificou água consumida em Jaci-Paraná com alto grau de turbidez, consistência espumosa e odor, decorrente da elevação do lençol freático pelo reservatório da UHE Santo Antônio.
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Condicionantes não cumpridas: Programa de Remanejamento das Populações Atingidas não restabeleceu condições de moradia e renda para famílias reassentadas (MAB/ESBR).
i
Paradoxo energético: Jaci-Paraná gera mais de 7.000 MW (Jirau + Santo Antônio) mas enfrenta graves deficiências de saneamento, insegurança alimentar e violações de direitos — evidenciando o nexo FEW em tensão estrutural.
02
Fome zero e agricultura sustentável
06
Água potável e saneamento
07
Energia acessível e limpa
12
Consumo responsável
16
Paz, justiça e governança
População — Jaci-Paraná (2022)
11.672
Queda de 11,1% desde 2010
Domicílios (2022)
3.927
Particulares permanentes
Pop. pré-UHE (estimada)
~3.000
Antes das obras de Jirau/Sto. Antônio
Pico das obras (2012)
~20.000
Trabalhadores no Complexo Madeira
Território — Rondônia
Porto Velho · Jaci-Paraná · Complexo Madeira
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Carregando malha geográfica IBGE...
Pontos de interesse
Legenda
Municípios de Rondônia
Porto Velho (sede municipal)
Jaci-Paraná (foco da pesquisa)
Porto Velho (capital)
UHEs do Complexo Madeira
Terra Indígena Karipuna
Dados territoriais
Jaci-Paraná — pop.11.672
Domicílios3.927
Porto Velho — pop.539.354
Rondônia — pop.1.815.278
Área — RO237.765 km²
UHE Jirau3.750 MW
UHE Sto. Antônio3.568 MW
−9.26° S, −64.45° O
Jaci-Paraná situa-se a ~102 km de Porto Velho, às margens do Rio Jaci-Paraná, afluente do Rio Madeira — um dos maiores tributários do Amazonas.
Malha geográfica: API de Malhas IBGE v3 (servicodados.ibge.gov.br) · Projeção: Mercator · Fonte: IBGE Censo 2022
RO: −10.83°, −63.34°
Evolução territorial e populacional
Pré
~3 mil hab.
2008
Leilão UHEs
2010
13.131 hab.
2011
Início obras
2012
20 mil trab.
2014
Grande cheia
2022
11.672 hab.
Antes das UHEs, Jaci-Paraná era um pequeno distrito ribeirinho com cerca de 3.000 habitantes, com economia baseada na pesca e agricultura de subsistência, e forte vínculo cultural com o Rio Madeira.
Fontes: IBGE Censos 2010/2022; MAB; Serviço Geológico do Brasil; Plataforma Dhesca
Domicílios

3.927 domicílios particulares permanentes. Redução expressiva após desmobilização das obras hidrelétricas entre 2010 e 2022.

Fontes de água

Região Norte: apenas 60% dos domicílios têm rede geral. Áreas rurais dependem de poços artesianos com qualidade comprometida pelo lençol freático.

Equipamentos públicos

UPA em local irregular e sem funcionamento. Escola CTPM construída pela ESBR. Posto policial frequentemente fechado (Plataforma Dhesca, 2011).

Filtros
Água Energia Alimento
ODS 2 ODS 6 ODS 7 ODS 12 ODS 16
☃
Água
Rede geral — Região Norte60%
Rede geral — Norte rural32,3%
Esgoto tratado — RO8,5%
Perda na distribuição — RO59,6%
Rank saneamento — PVH99ª / 100
⚡
Energia
Acesso elétrico — Brasil99,8%
Rede geral rural — Norte82,4%
Cap. instalada — UHE Jirau3.750 MW
Cap. instalada — UHE Sto. Antônio3.568 MW
Total gerado — Complexo Madeira+7.300 MW
●
Alimento
Seg. alimentar plena — Brasil72,4%
Seg. alimentar plena — Norte60,3%
Inseg. mod./grave — RO5,1%
Inseg. algum grau — Brasil27,6%
Inseg. algum grau — Norte39,7%
Indicadores por dimensão — Jaci-Paraná / RO
DimensãoIndicadorValorStatus
ÁguaAcesso à rede60% (Norte)Atenção
ÁguaEsgoto tratado8,5% (RO)Crítico
EnergiaAcesso elétrico99,8% (BR)Adequado
EnergiaGeração local+7.300 MWAlto
AlimentoSeg. alimentar60,3% (Norte)Atenção
AlimentoInseg. mod./grave5,1% (RO)Baixo
ODS — alinhamento com indicadores FEW
02
Fome zero
06
Água e saneamento
07
Energia limpa
12
Consumo responsável
16
Paz e justiça
O paradoxo do Complexo Madeira evidencia a tensão no nexo FEW: a região produz mais de 7.300 MW de energia hidrelétrica (ODS 7), mas enfrenta colapso no saneamento (ODS 6), insegurança alimentar persistente (ODS 2) e violações sistemáticas de direitos que comprometem a governança (ODS 16). O projeto visa identificar e analisar os fatores socioambientais, institucionais e territoriais que condicionam essa insegurança alimentar, propondo mecanismos de governança interinstitucional e justiça socioambiental para subsidiar políticas públicas e a atuação do Sistema de Justiça (Objetivo Geral — Projeto Doutorado DHJUS, jun/2026).
Mesmos indicadores FEW Nexus nas três escalas territoriais
Indicador FEW Dimensão Jaci-Paraná Porto Velho Rondônia Fonte
Acesso à rede de água Água Contaminada 36,5% 30,7% IBAMA / Inst. Água
Esgoto coletado Água Campo — Fase 3 24,1% <30% Inst. Água / IBGE
Esgoto tratado Água Campo — Fase 3 19,7% 8,5% SNIS / Trata Brasil
Energia elétrica — acesso Energia Campo — Fase 3 ~99% 99,8% IBGE 2022
Geração hidrelétrica Energia +7.300 MW (sede das UHEs) +7.300 MW ANEEL
Inseg. alimentar mod./grave Alimento Campo — Fase 3 (EBIA) Campo — Fase 3 (EBIA) 5,1% PNAD 2023
Inseg. alimentar algum grau Alimento Campo — Fase 3 (EBIA) Campo — Fase 3 (EBIA) Campo — Fase 3 (EBIA) EBIA — campo
População (Censo 2022) Geral 11.672 460.413 1.581.016 IBGE 2022
Fontes: IBGE Censo 2022; PNAD Contínua 2023; Instituto Água e Saneamento; SNIS 2020; Instituto Trata Brasil 2022; ANEEL; IBAMA 2014.
Células "Campo — Fase 3" serão preenchidas com dados primários coletados pela pesquisa de campo do projeto DHJUS (Jul–Dez/2026), utilizando o instrumento EBIA adaptado ao FEW Nexus.
Evolução da segurança alimentar plena — domicílios brasileiros (%)
2004: 65%, 2009: 69,8%, 2013: 77,4%, 2017-18: 63,3%, 2023: 72,4%.
Fontes: PNAD 2004/2009/2013; POF 2017-18; PNAD Contínua 2023, IBGE
Filtros
Direitos humanos Condicionantes Acesso à justiça
Homicídios dolosos — PVH pós-UHE
+44%
Plataforma Dhesca (2011)
Famílias em espera por reassentamento
1.000+
Aguardando há mais de 30 anos (UHE Samuel)
Famílias bloquearam acesso à UHE
350
Sto. Antônio, Jirau e Samuel (2013)
Nível do rio Madeira — pico
19,69m
Recorde histórico em 2014 (SGB)
Monitoramento de condicionantes — UHEs Jirau e Sto. Antônio
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UPA de Jaci-Paraná construída em local irregular, não concluída e sem funcionamento (responsabilidade ESBR — UHE Jirau).
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ETA de Jaci-Paraná concluída mas não operacional (responsabilidade ESBR — UHE Jirau).
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Nova Mutum Paraná: casas rachando, polo industrial abandonado, terras rurais inférteis e distantes sem transporte.
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Consultas públicas às comunidades atingidas não realizadas antes de alterações no eixo de barramento de Jirau (IBAMA, Nota Técnica 5493/2013).
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ANA: Ordenou realocação da área urbana de Jaci-Paraná abaixo da cota 77,10m (Ofício 330/2015). Cumprimento parcial e contestado.
Marcos normativos relacionados
Lei 11.346/2006 — Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional (LOSAN): estabelece o direito humano à alimentação adequada e os deveres do Estado na sua garantia.
Lei 6.938/1981 — Política Nacional do Meio Ambiente: fundamenta a fiscalização ambiental do IBAMA sobre as condicionantes socioambientais das UHEs.
EIA/RIMA — Estudo e Relatório de Impacto Ambiental: instrumento jurídico que define as condicionantes obrigatórias para as UHEs Santo Antônio e Jirau.
Acesso à justiça — atores e fluxos
✓
MPRO e MPF: Realizaram Audiência Pública Popular em Jaci-Paraná (agosto/2013) com mais de 500 atingidos.
✓
Secretaria Geral da Presidência: Mediação de reuniões entre MAB, ESBR e Santo Antônio Energia em 2010 e 2013.
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Lacuna: Ausência de política nacional de direitos das populações atingidas por barragens (PNAB) efetiva para garantia de cumprimento de acordos.
Fontes: MAB, IBAMA, Plataforma Dhesca, SciELO
Filtros
Institucional Civil Federal
TJROTribunal de Justiça de Rondônia
MPRO / MPFMinistério Público Estadual e Federal
Defensoria PúblicaAcesso à justiça para populações vulneráveis
Prefeitura Porto VelhoGestão municipal e saneamento
IBAMA / ANALicenciamento e recursos hídricos
ESBR / SAEConsórcios concessionários das UHEs
MABMovimento dos Atingidos por Barragens
UNIR / CNPqPesquisa e monitoramento acadêmico
EMERONEscola da Magistratura do Estado de Rondônia
ComunidadeParticipação social e controle social
Diagnóstico de lacunas — governança ambiental e social
ÁreaLacuna identificadaAtor responsávelStatus
SaneamentoETA Jaci-Paraná concluída mas inoperanteESBR / Prefeitura PVHCrítico
SaúdeUPA em local irregular e sem funcionamentoESBRCrítico
HabitaçãoReassentamentos inadequados — Nova MutumESBR / SAEAtenção
HídricoContaminação de poços por lençol freáticoSAE / ANACrítico
ParticipaçãoConsultas públicas não realizadasIBAMAAtenção
RendaCondições de sustento não restabelecidasESBR / SAEAtenção
PescaQueda de espécies — surubim, pintado, bagreIBAMA / ANACrítico
Fontes: IBAMA (Parecer 40/2012); MAB; Plataforma Dhesca; SciELO; ANA (Ofício 330/2015)
Saneamento

Programa PAC — R$ 574 mi em obras de saneamento em RO. União Bandeirantes: 100% de água tratada (950 ligações). Porto Velho ainda em processo.

Energia

Complexo do Madeira: compensação financeira de royalties. Distribuição: 45% Estado, 45% Município, 10% União. Fiscalização de uso ainda frágil.

Alimentação

Retomada de políticas de segurança alimentar (2023) impactou positivamente. Porém povos tradicionais, quilombolas e ribeirinhos ainda apresentam alta vulnerabilidade.

Filtros
Demandas Educação Sustentabilidade
SaneamentoÁgua potável de qualidade — poços contaminados pelo lençol freático desde formação do reservatório de Santo Antônio
SaúdeFuncionamento da UPA de Jaci-Paraná — estrutura construída mas sem operação
HabitaçãoRegularização fundiária das famílias que não foram incluídas nos programas de remanejamento das UHEs
RendaAtividades de geração de renda para pescadores e ribeirinhos afetados pela queda na pesca do Madeira
EducaçãoAmpliação da oferta de ensino médio e profissional no distrito além do CTPM (capacidade 800 alunos)
AlimentaçãoApoio à agricultura de subsistência e ao acesso a mercados locais — solo úmido e infértil em zonas de influência do reservatório
Insegurança alimentar por perfil socioeconômico — Brasil

Percentual de domicílios em insegurança alimentar moderada ou grave conforme perfil do responsável pelo domicílio. Domicílios com menor renda e sem vínculo formal de trabalho apresentam maior vulnerabilidade alimentar (PNAD Contínua 2023, IBGE).

Renda per capita < ½ SM
50,9%
Sem carteira assinada
6,1%
Com carteira assinada
2,2%
% em insegurança alimentar moderada ou grave — PNAD Contínua 2023, IBGE
Fonte: PNAD Contínua 2023, IBGE · Relatório MAR/2026 — DHJUS
Práticas sustentáveis — agenda comunitária
✓
Organização de feiras locais para escoamento de produção agrícola de subsistência
✓
Mapeamento de roçados de mandioca e milho nas áreas não alagadas da TI Karipuna
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Solo de algumas áreas de reassentamento rural declarado infértil e sem viabilidade agrícola comprovada
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Potencial de agroecologia e manejo florestal como alternativa de renda para comunidades ribeirinhas
Filtros
Artigos Relatórios Dados abertos
FEW Nexus Direitos humanos Saneamento
Publicado
Deforestation in Amazonian Sustainable Use Biodiversity Protection Areas: The case of the State Sustainable Yield Forests in Rondônia (Brazil)
Journal for Nature Conservation  ·  Manuscrito JNC-D-23-00694R2  ·  Publicado em 2026
Submetido
Downstream Impacts of Dams and Extreme Floods on the Socioecological Adaptive Cycle of the Madeira River, Brazilian Amazon
Journal of Environmental Management  ·  Manuscrito JEMA-D-26-04454  ·  Submetido em mar/2026
Submetido
O lado invisível do prato: a cadeia de valor dos alimentos étnicos na Amazônia
RAE – Revista de Administração de Empresas (Qualis A2)  ·  Chamada especial: Pursuing justice logic in Operations and Supply Chain Management  ·  Submetido em mar/2026
Submetido
Informality, Power, and Governance in the Global Value Chain of Brazil Nuts in Brazil and Bolivia
Critical Perspectives on International Business (Qualis A1)  ·  Chamada especial: Institutions and Sustainability Paradoxes in Latin American Global Value Chains  ·  Submetido em mar/2026
Submetido
Políticas Públicas e Governança Social: Uma Revisão Sistemática do PRONATEC no Brasil
Revista Responsabilidade Social Corporativa e Gestão Ambiental  ·  Manuscrito CSR-26-0811  ·  Submetido em mar/2026
Em revisão
A influência das UHEs de Santo Antônio, Jirau e Belo Monte na geração hidrelétrica brasileira em tempos de mudanças climáticas
Dossiê SPEC — Revista Ambiente & Sociedade  ·  Em parceria com pesquisadores da UFPA, UNICAMP, USP e MSU  ·  jun/2026
Em revisão
Ciência, políticas públicas e a gestão adaptativa de hidrelétricas na Amazônia
Dossiê SPEC — Revista Ambiente & Sociedade  ·  Em parceria com pesquisadores da UFPA, UNICAMP, USP e MSU  ·  jun/2026
Em elaboração
FEW Nexus (Água, Energia e Alimentos) em Comunidades Amazônicas: desigualdades e justiça social
Artigo científico em elaboração  ·  Vinculado diretamente ao projeto de pesquisa DHJUS  ·  Previsão: 2026
Em elaboração
Protocolo Metodológico para a inclusão de critérios de governança socioecológica em Avaliação de Impacto Ambiental
Capítulo de livro  ·  Submissão à chamada PPGSUS/USP/2026  ·  Governança socioambiental e avaliação de impactos
Técnico
Relatório Técnico Preliminar 1 — Fases 1 e 2 do Projeto DHJUS
Produto técnico previsto  ·  Contempla atividades de ago/2025 a jun/2026  ·  Em consolidação (jun/2026)
Doutorado DHJUS — Linha 1
Orientando: Ilisir Bueno Rodrigues
Título: Cobrança de custas e efetivo acesso à justiça
Subtítulo: A cobrança de custas processuais no Poder Judiciário do Estado de Rondônia impede ou dificulta o efetivo acesso à justiça?
Linha: Direitos Humanos e Sistema de Justiça
Área: Direitos Humanos, Desenvolvimento da Justiça e Políticas Públicas
Mestrado DHJUS — Linha 1
Projeto: Efeitos da Precarização do Trabalho na Segurança Alimentar em Comunidades Tradicionais: estudo de caso em Jaci-Paraná (RO)
Mestranda: Sawoniely Ortolane
Mestrando: Pedro Henrique Santos do Nascimento
Período: 1º semestre de 2026 a 30/11/2027
IBGE / Censo 2022

População, domicílios, saneamento, energia elétrica e características dos moradores por município e distrito. Acesso: censo2022.ibge.gov.br

PNAD Contínua / EBIA

Segurança alimentar por grau de severidade, por região, UF e perfil socioeconômico. Acesso: ibge.gov.br/pnad

SNIS / INPE / ANA

Saneamento básico (SNIS 2020), monitoramento ambiental (INPE 2023) e recursos hídricos (ANA 2023) utilizados como fontes secundárias do projeto.

Histórico de Atualizações
Registro transparente de todas as evoluções e melhorias incorporadas à plataforma
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ODS 2 adicionado: O badge ODS 2 — Fome Zero e Agricultura Sustentável foi incluído na aba Dashboard e no rodapé. Os relatórios mensais e os projetos de Doutorado e Mestrado confirmam que o ODS 2 é central na pesquisa, mas estava ausente na plataforma.
✓
Parceria EMERON incluída: A Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (EMERON) foi adicionada ao cabeçalho, rodapé e rede de atores da aba Governança. Os relatórios mensais são emitidos com logomarca da EMERON como instituição co-signatária.
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Novo alerta — 27,6% de insegurança alimentar nacional: Dado extraído do Relatório de março/2026, baseado em PNAD Contínua 2023 (IBGE) e Rede PENSSAN/VIGISAN 2022–2023, adicionado à seção de Alertas do Dashboard.
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Produção científica real substituída: As publicações genéricas foram removidas e substituídas pelas produções reais da Profª Dra. Mariluce Paes de Souza, com títulos, periódicos, manuscritos e status corretos extraídos dos relatórios mensais (jan–jun/2026). Total: 10 itens (1 publicado, 5 submetidos, 2 em revisão, 2 em elaboração).
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Equipe de orientação adicionada (Produção Científica): Incluídas as informações do doutorando Ilisir Bueno Rodrigues e dos mestrandos Sawoniely Ortolane e Pedro Henrique Santos do Nascimento, vinculados ao projeto DHJUS Linha 1.
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Fontes de dados ampliadas: INPE 2023 e ANA 2023 foram adicionados às fontes do rodapé e da aba Produção Científica, substituindo a referência ao SNIS 2020 como única fonte complementar. Rede PENSSAN/VIGISAN 2022–2023 também incluída.
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Rodapé atualizado: Data de atualização corrigida para Jul/2026. Rodapé agora reflete todas as instituições parceiras e fontes de dados utilizadas no projeto.
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Revisão de dados e correções (Jul/2026): ODS 2 adicionado aos filtros e badges da aba Indicadores FEW Nexus. Estimativa sem fonte (~15%) substituída pelos dados reais do PNAD 2023. Barras da aba Comunidade corrigidas com valores e rótulos precisos. Marcos normativos Lei 11.346/2006 (LOSAN) e Lei 6.938/1981 incluídos na aba Sistema de Justiça. Objetivo geral atualizado para a versão revisada de jun/2026. Item duplicado sobre EMERON removido.
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Tabela comparativa territorial (Jul/2026): Adicionada tabela comparativa com os mesmos indicadores para Jaci-Paraná, Porto Velho e Rondônia — nas abas Dashboard e Indicadores FEW Nexus. Solicitação da Profª Dra. Mariluce Paes de Souza. Dados de Porto Velho obtidos via Instituto Água e Saneamento, IBGE Censo 2022 e Instituto Trata Brasil 2022: população 460.413 hab.; acesso à rede de água 36,5%; esgoto coletado 24,1%; esgoto tratado 19,7%; ranking saneamento 99ª/100. Dados ainda ausentes para Jaci-Paraná serão coletados em campo na Fase 3 do projeto (Jul–Dez/2026) via instrumento EBIA adaptado ao FEW Nexus.
Cronograma — Fase 2 concluída (Jan–Jun/2026)
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Coleta piloto e ajustes instrumentais realizados
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Entrevistas institucionais e com famílias da comunidade iniciadas
✓
Instrumento de pesquisa (EBIA + FEW Nexus) revisado e concluído
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Planilha de tabulação de dados estruturada
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Visitas ao Distrito de Jaci-Paraná (09–13/03 e 15/06/2026)
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Modelagem da Plataforma Governança FEW Nexus/ODS em andamento
Fonte: Relatório de Atividades — Jun/2026
Próxima etapa — Fase 3 (Jul–Dez/2026)

A Fase 3 do cronograma prevê a intensificação da coleta de dados empíricos e a alimentação sistemática da plataforma com os resultados de campo.

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Continuidade da pesquisa de campo em Jaci-Paraná
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Levantamento de dados secundários ampliado (IBGE, FAO, INPE, ANA, SEPLANRO)
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Mapeamento de atores institucionais e comunitários
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Alimentação dos módulos da plataforma com dados primários coletados
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Lançamento da plataforma e submissão de artigo científico previstos
Fonte: Projeto de Pesquisa Doutorado DHJUS — Jun/2026
Plataforma Governança FEW Nexus/ODS — informações técnicas
Identificação Produto técnico-tecnológico vinculado ao projeto de pesquisa DHJUS
Nível: Doutorado · Linha 1 — Direitos Humanos e Sistemas de Justiça
Módulos previstos Dashboard principal · Indicadores FEW Nexus/ODS
Mapa territorial de Jaci-Paraná · Governança e políticas públicas
Sistema de Justiça · Produção científica · Histórico de atualizações
Finalidade Visualização de indicadores, monitoramento e apoio à tomada de decisão institucional sobre insegurança alimentar, acesso à água, energia e direitos humanos em comunidades amazônicas impactadas por grandes obras.
Última atualização Julho de 2026
Incorporação dos dados extraídos dos Relatórios de Atividades mensais (Jan–Jun/2026) e dos Projetos de Pesquisa de Doutorado e Mestrado DHJUS.